A Meta tem um valor de mercado de cerca de US$ 1,56 trilhão em 2026, a 11ª empresa mais valiosa do mundo. A dona do Facebook, do Instagram e do WhatsApp cruzou US$ 1 trilhão pela primeira vez em 28 de junho de 2021. Em seguida, perdeu cerca de 77 por cento do valor ao longo de 2022, uma das maiores destruições de valor da história do mercado, antes de protagonizar uma das maiores recuperações e retomar US$ 1 trilhão no início de 2024. Veja sua posição atual no Clube Kilocorn.

A queda e a recuperação da Meta

DataValor de mercado
28 de jun. de 2021$1.00T
nov. de 2022$0.24T
jan. de 2024$1.00T
mai. de 2026$1.56T

A Meta cruzou US$ 1 trilhão pela primeira vez em 28 de junho de 2021. Depois desmoronou. Ao longo de 2022, a ação caiu cerca de 77 por cento, encolhendo de mais de US$ 1 trilhão para cerca de US$ 235 bilhões. As mudanças de privacidade da Apple cortaram a segmentação de anúncios, o TikTok atraiu os usuários mais jovens e a Reality Labs queimava mais de US$ 10 bilhões por ano no metaverso. Foi uma das maiores destruições de valor em dólares que uma empresa já sofreu. A virada foi igualmente abrupta. Um corte de custos de 2023 que Mark Zuckerberg chamou de "ano da eficiência", somado a uma recuperação da publicidade, levou a ação a uma das maiores recuperações já registradas. A Meta retomou US$ 1 trilhão no início de 2024 e chegou a cerca de US$ 1,56 trilhão em 2026. O ranking completo está em empresas mais valiosas.

O que move a Meta agora

A publicidade ainda é todo o motor. Facebook, Instagram e WhatsApp alcançam mais de três bilhões de pessoas por dia, e a Meta vende acesso a essa atenção. O Reels transformou a ameaça do TikTok em motor de crescimento, e a IA agora decide quais anúncios e publicações cada pessoa vê, o que elevou o preço que os anunciantes pagam. A Reality Labs, o braço do metaverso e dos óculos, é a aposta de longo prazo, ainda perdendo bem mais de US$ 10 bilhões por ano sem retorno à vista. Os investidores avaliam a Meta sobretudo pelo negócio de anúncios e tratam a Reality Labs como uma aposta secundária. Para a empresa mais valiosa do mundo, veja o valor de mercado da NVIDIA.

Como a Meta se posiciona no clube

Com cerca de US$ 1,56 trilhão, a Meta ocupa o 11º lugar, logo atrás do Bitcoin e à frente do Walmart. O que chama atenção não é o tamanho, mas o caminho. A maioria das empresas sobe a um trilhão de dólares e fica ali. A Meta chegou lá, perdeu três quartos de seu valor e voltou inteira em menos de três anos. Essa ida e volta é rara nessa escala. Os principais riscos são a regulação de sua segmentação de anúncios, o constante dreno de caixa da Reality Labs e qualquer mudança de plataforma que afaste a atenção de seus aplicativos. Veja o resto do clube do trilhão de dólares em empresas mais valiosas.

Perguntas frequentes

Qual é o valor de mercado da Meta em 2026?

Cerca de US$ 1,56 trilhão, o 11º maior do mundo. A Meta é dona do Facebook, do Instagram e do WhatsApp.

Quando a Meta alcançou US$ 1 trilhão pela primeira vez?

Em 28 de junho de 2021, quando ainda era negociada como Facebook, antes de a empresa se renomear Meta.

Quanto a ação da Meta despencou em 2022?

Cerca de 77 por cento, caindo de mais de US$ 1 trilhão para cerca de US$ 235 bilhões. Foi uma das maiores destruições de valor da história do mercado.

Quando a Meta voltou acima de US$ 1 trilhão?

No início de 2024, depois que um corte de custos de 2023 e uma recuperação da publicidade impulsionaram uma das maiores recuperações já registradas.

O que impulsiona o valor de mercado da Meta?

A publicidade no Facebook, no Instagram e no WhatsApp, impulsionada pelo Reels e pela IA. A Reality Labs é a aposta de longo prazo.